Debate - Vitória do Centro Direita
Assistimos ontem a um debate vivo, interessante, em que ficou perceptível as capacidades de cada candidato. Os vencedores da noite foram em primeiro lugar Paulo Portas, seguindo de Santana Lopes.
Portas, aproveitou, muito bem o seu tempo, focando os pontos fortes da sua governação, utilizando gráficos esclarecedores e bem feitos. Falou de emprego, apresentando as suas conquistas e desmontando por completo o argumento 150.000 empregos de Socrates. Novamente com um postura de estado e de responsabilidade, conseguiu demonstrar que era o elo mais forte do governo. Alias para completar o ramalhete, até deu a impressão que fez parte de um outro governo. De um governo que nada teve a ver com as confusões que existiram.
Pontuação: Teve claramente um Bom Mais.
Santana Lopes, igual a si próprio, com um discurso fácil, solto, debitando constantemente números, passou a imagem de conhecedor dos dossiers; de homem de estado, justicando os seus insucesso ora com a conjuntura internacional, ora com a pântano da governação guterrista. Trouxe gráficos, dados económicos, comparações, indicadores. Até parecia um verdadeiro primeiro ministro. Como ponto negativo somente alguma dificuldade inicial em se desenvencilhar do caso TOTTA levantado por Louça.
Assistimos ontem a um debate vivo, interessante, em que ficou perceptível as capacidades de cada candidato. Os vencedores da noite foram em primeiro lugar Paulo Portas, seguindo de Santana Lopes.
Portas, aproveitou, muito bem o seu tempo, focando os pontos fortes da sua governação, utilizando gráficos esclarecedores e bem feitos. Falou de emprego, apresentando as suas conquistas e desmontando por completo o argumento 150.000 empregos de Socrates. Novamente com um postura de estado e de responsabilidade, conseguiu demonstrar que era o elo mais forte do governo. Alias para completar o ramalhete, até deu a impressão que fez parte de um outro governo. De um governo que nada teve a ver com as confusões que existiram.
Pontuação: Teve claramente um Bom Mais.
Santana Lopes, igual a si próprio, com um discurso fácil, solto, debitando constantemente números, passou a imagem de conhecedor dos dossiers; de homem de estado, justicando os seus insucesso ora com a conjuntura internacional, ora com a pântano da governação guterrista. Trouxe gráficos, dados económicos, comparações, indicadores. Até parecia um verdadeiro primeiro ministro. Como ponto negativo somente alguma dificuldade inicial em se desenvencilhar do caso TOTTA levantado por Louça.
Pontuação: Bom
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Já o candidato socialista, José Socrates teve uma prestação fraca, inconsistente, não demostrado capacidades para primeiro ministro. Socrates voltou a ladainha habitual. As mesmas ideias, mas mais grave, os mesmo argumentos, as mesmas palavras. Repetitivo, maçador, chato mesmo. Quando questionado sobre os sacrifícios que os portugueses terão de suportar, fugiu como o diabo da cruz, da resposta. Sobre a segurança social, nada disse, a não ser a necessidade de mais um estudo. Para agravar, numa estratégia concertada, Santana e Portas deferiram ataques sem piedade contra Socrates, tendo este demonstrado muita fragilidade, e mesmo incapacidade para desmontar os ataques dos opositores. Com este debate ficou claro o falhanço da maioria absoluta por parte do PS. A Socrates valeu mesmo, foi a ajuda de Louça.
Pontuação: Medíocre
Quanto a Jerónimo de Sousa, o caricato aconteceu. Falta de voz a um comunista!!!! Este episódio demonstrou o nervosismo de Jerónimo, talvez por nunca ter andado nestas andanças. De qualquer das formas, aos olhos dos portugueses Jerónimo saiu como um coitadinho, e todos sabemos que os portugueses gostam de coitadinhos. Mas melhor ainda, Jerónimo, ao não falar, pelo menos não disse asneiras o que foi positivo.
Pontuação: por não ter falado – Suficiente +
Por fim Louça, igual a si mesmo, esteve bastante bem . Mais uma vez num registo de pregador puritano, daqueles que são donos da verdade e que nunca em tempo algum cometeram pecados, advogou, num comportamento inquisidor o queimar na fogueira dos “Bancos e Banqueiros”. A verdade é que o efeito surpresa da questão do TOTTA foi brilhante, marcando muitos pontos a Louça. Ao nível de políticas de governação Louça, qual apaixonado, deu os entenderes da sua abertura para um futuro casamento com Socrates.
Pontuação: Medíocre
Quanto a Jerónimo de Sousa, o caricato aconteceu. Falta de voz a um comunista!!!! Este episódio demonstrou o nervosismo de Jerónimo, talvez por nunca ter andado nestas andanças. De qualquer das formas, aos olhos dos portugueses Jerónimo saiu como um coitadinho, e todos sabemos que os portugueses gostam de coitadinhos. Mas melhor ainda, Jerónimo, ao não falar, pelo menos não disse asneiras o que foi positivo.
Pontuação: por não ter falado – Suficiente +
Por fim Louça, igual a si mesmo, esteve bastante bem . Mais uma vez num registo de pregador puritano, daqueles que são donos da verdade e que nunca em tempo algum cometeram pecados, advogou, num comportamento inquisidor o queimar na fogueira dos “Bancos e Banqueiros”. A verdade é que o efeito surpresa da questão do TOTTA foi brilhante, marcando muitos pontos a Louça. Ao nível de políticas de governação Louça, qual apaixonado, deu os entenderes da sua abertura para um futuro casamento com Socrates.
Pontuação: Bom
António Cipriano
António Cipriano