10 de Junho
Comemora-se actualmente nesta data o “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”. Uma data em que ouvimos falar daquilo que já fomos, mas em que ouvimos muito pouco daquilo que somos actualmente. Esta data deveria antes de mais nada servir para que cada português, onde quer que esteja, reflicta e pense. Pense sobre a actual situação em que vivemos.
Esta data surgiu porque reza a tradição que Camões morreu neste dia em 1580, curiosamente o mesmo ano em que o Portugal da aurora da idade moderna morreu e nasceu o Portugal saudoso do seu passado glorioso, sem nada fazer para o reconquistar, bastando-lhe o sonho da recordação para se sentir realizado.
Devemos aproveitar estes dias, como já disse no primeiro parágrafo, para reflectir e pensar naquilo que queremos para o nosso futuro. Metermos na cabeça que o nosso glorioso passado já lá vai e que agora temos que finalmente começar a pensar no futuro, enfim matarmos de vez o gene do sebastianismo que existe na nossa alma e que nos corrompe a vontade.
António Manuel Pinto S. Guimarães
Comemora-se actualmente nesta data o “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”. Uma data em que ouvimos falar daquilo que já fomos, mas em que ouvimos muito pouco daquilo que somos actualmente. Esta data deveria antes de mais nada servir para que cada português, onde quer que esteja, reflicta e pense. Pense sobre a actual situação em que vivemos.
Esta data surgiu porque reza a tradição que Camões morreu neste dia em 1580, curiosamente o mesmo ano em que o Portugal da aurora da idade moderna morreu e nasceu o Portugal saudoso do seu passado glorioso, sem nada fazer para o reconquistar, bastando-lhe o sonho da recordação para se sentir realizado.
Devemos aproveitar estes dias, como já disse no primeiro parágrafo, para reflectir e pensar naquilo que queremos para o nosso futuro. Metermos na cabeça que o nosso glorioso passado já lá vai e que agora temos que finalmente começar a pensar no futuro, enfim matarmos de vez o gene do sebastianismo que existe na nossa alma e que nos corrompe a vontade.
António Manuel Pinto S. Guimarães