Sunday, March 18, 2012
|Sunday, March 11, 2012
Para que conste
Eu não gostei e não acho que seja a melhor forma de acertar contas escrever algo contra alguém num prefácio de um livro. Depois também não me parece bom sintoma ser um Presidente da República em exercício a tomar esta atitude, porque embora saibamos todos que Sócrates merce ser insultado, não fica bem ser feito por quem representa a nação. Agora existem em Portugal uns quantos que, tal como Sócrates, não merecem respeito porque participaram na destruição perpetrada por este senhor e é que contra este que me insurjo, sem com isso pretender desculpar o senhor Presidente da República Portuguesa. Nada mais!
António Manuel Guimarães
Balada
Existem alguns indivíduos que procuram o sucesso de todas as formas e a verdade é que na nossa sociedade temos vários exemplos. Alguns como este que vos apresento até começou a cantar, chegou a lançar discos e deve ter sido considerado o Zé Cabra da altura. Depois alguém lhe pediu para parar de “esganar o gato” e ele frustrado mas focado na ideia de atingir o sucesso decidiu parar de berrar e foi pelo caminho de quem não sabe fazer mais nada, a Politica e foi parar ao PS. Hoje continua frustrado, e para mostrar a sua frustração tornou-se perito na arte de insultar e mal dizer. Mas agora deixo a questão, será que o Presidente da República é que é foleiro?
António Manuel Guimarães
Os Lellos da Politica!Não concordo de forma nenhuma com a forma como foram feitas as afirmações de Sua Excelência o Senhor Presidente da República sobre José Sócrates, não concordo por terem sido tornadas publica da forma como foram, porque quanto ao conteúdo concordo em absoluto. Compreendo a indignação dos socialista em especial dos Socráticos, seres sem espinha que continuam sem coragem de dizer o óbvio, parecem os Soviéticos dos anos 50, quando foi preciso passar dez anos após a morte de Stalin para Kruschev ter coragem de dizer que o Georgiano tinha sido um criminoso. Mas claro está, depois dos seres sem espinha vêm os abjectos do núcleo duro, aqueles danados que se identificavam com o amado líder, e entre eles José Lello, a criatura que a par de Ricardo Rodrigues melhor mostra a perfídia humana que pulula na ala Socrática do partido socialista. Só assim se pode caracterizar um ser que afirma que Cavaco Silva (Sua Excelência o Senhor Presidente da República) “se devia ir tratar”! Bem, se de facto Sua Excelência o Senhor Presidente da República, outros há que se devem tratar de “azeitarisse” aguda e de ir à farmácia comprar uns comprimidos para a amnésia, depois aproveitar para no caminho ir até ao tribunal e declarar a fortuna de 658 mil euros que supostamente se esqueceu que tinha e que não declarou ao tribunal de contas.
Quem pode aproveitar este coro de indignação de Indignos será Seguro, porque basta ver quem mais berreiro faz para ele perceber quem lhe anda a minar o caminho. Sim, porque ou Seguro se livra dos Socráticos, ou não lhe dou mais três meses à frente do PS. É que em determinados momentos me parece que alguns recebem ordens de Paris em vez do Largo do Rato.
António Manuel Guimarães
Monday, February 20, 2012

Cancros
Todos sabemos que é urgente equilibrar as contas públicas. Todos estamos a fazer sacrifícios diários, mediante o pagamento de mais impostos, trabalhando mais, tendo acesso a menos serviços públicos, pagando taxas mais elevadas no acesso à saúde, na educação, etc.
Esperamos que o nosso contributo seja valido para o objectivo maior da “salvação do país”.
Todavia para que exista “salvação” é necessário que determinados “cancros” sejam curados ou em alternativa sejam uma vez por todas amputados do erário público.
Ora algumas empresas públicas são verdadeiros “cancros” que absorvem sem fim os recursos do erário público.
A Refer tem neste momento uma divida de 6,5 mil milhões de Euros (cerca de 13 submarinos)
Em 2011 o metro de Lisboa teve um prejuízo de 603 Milhões de Euros, o metro do Porto um prejuízo de 373 milhões de euros, a CP um prejuízo de 282 milhões de euros, a Refer um prejuízo de 170 milhões de euros.
Ora não é aceitável continuarmos ano a após ano a financiar este cancros.
Se não é possível debelar a doença, que se opte pela amputação.
Que se privatize rapidamente o que for possível.
O que não for possível de privatizar que se feche!!!!
E ao após o fecho se abram novas empresas no lugar destas para os serviços de interesse publico, com uma nova estrutura de pessoal, com rigoroso controlo de custos e com a criminalização da gestão danosa
Que se faça algo!!!!!
Desculpem a indignação, mas como contribuinte estou farto de pagar impostos e mais impostos para alimentar este cancros!!!
António Cipriano
Sunday, February 19, 2012
Lana del Rey
Lana del Rey, traz-nos uma musica nostálgica, melancólica, sombria, sensual, diferente do mais usual do POP, mas que pessoalmente me atrai.
António Cipriano
Saturday, February 18, 2012

Ficamos esta semana tristemente a conhecer os números do desemprego – 14% da população activa. Este é um problema gravíssimo com enormes efeitos económicos e sociais.
Com o desemprego a sociedade não está a optimizar os seus recursos, pelo que não gera a riqueza que seria capaz, se todos os seus recursos estivessem a ser aproveitado, havendo assim, uma perda de riqueza que daria origem a uma distribuição de rendimentos sob a forma de salários, lucros, rendas, juros e impostos. Sem emprego existem menos contribuições para a Segurança Social e para os cofres de Estado sobre a forma de impostos como o IVA, o IRS e IRC, agudizando-se ainda mais as contas públicas.
Mas pior do que as consequências Macroeconómicas, são as consequências sociais para o indivíduo. Quando o emprego falta, o homem é posto à prova e sujeito a pressões psicológicas gravíssimas, para além de todas as consequências económico-financeiras que um desemprego prolongado provoca no seio familiar e na própria sociedade. Diminuição do poder de compra, acumulação de dívidas, desespero, infelicidade, criminalidade, pobreza, tudo termos directamente relacionados com a falta de emprego.
Mas o pior é não se ver “luz ao fundo do túnel”.
Não se espera que a economia cresça. E sem crescimento, não há emprego.
É urgente fazer algo!!!!
António Cipriano